''Não importa a droga que dessem aquele menino, ele sempre iria continuar a sentir aquela panela de pressão dentro de seu peito, os pregos em suas veias, a navalhas em sua garganta e as marretadas na cabeça. Por Deus, eu não aguentava me olhar no espelho e ver esse menino. Procurava um amor sossegado, mas só era pisoteado por mil gados. Poderia ter mil amizades, mas foi traído por mil covardes. E hoje, dizem que ele é um chato. Eu diria que esse menino só se tornou, consigo mesmo, um sábio.''
Nenhum comentário:
Postar um comentário